ESTUDO SISTEMÁTICO SOBRE MÃO E PRIVADA

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A frase de um amigo repercute na minha cabeça ainda hoje! E olha que aquela era a época do iPhone. Ele afirmava constantemente que, segundo alguns estudos, o jovem contemporâneo e modernizado estava utilizando o aparelho como uma extensão corpórea e, visto que com os smarthones – que a tudo agregam no mesmo sólido (experimente ficar sem energia elétrica!) – este fenômeno passa a ser multiplicado, os celulares não são apenas associados pelo cérebro como um membro contínuo, mas são assimilados também de fora para dentro por meio do escopo social. Assim, atribuído como uma parte do corpo, adaptado até mesmo ao sistema nervoso e, quando ausente, causador de um ponto de dor incômoda em uma região ao lado direito da massa encefálica, o objeto em questão nos causa a falsa impressão de que, quando na atividade de abrir a tampa de privadas, possui aderência suficiente e manuseio articulado para realizar tal ação de maneira competente, porém, contrariando a crença pós-moderna de seu pertecimento ao indivíduo, o celular pode até levantar parte do protetor sanitário, mas cai infalivelmente na privada, e isso será como um aviso a ficar demarcado em nosso DNA como alerta de sobrevivência. Antes do manuseio da tampa, pensará o homem: “caramba, se eu abrir a tampa com o celular na mão, ele poderá cair na água como um cocô”. Mas, mesmo com a advertência passada de geração em geração, o aparelho cairá na privada comprovando que se alguma coisa pode dar errado, vai dar errado, meu filho!

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